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Jogos de incentivo ao suicídio: Entenda essa realidade e saiba como abordar o assunto com seu filho

  • Ana Rafaela Bispo da Costa
  • 21 de jun. de 2017
  • 2 min de leitura

A adolescência é uma fase que traz diversos questionamentos e inseguranças, é a transição entre o mundo infantil e o mundo adulto. É quando a criança começa sua trajetória na vida adulta.

Justamente por essa transição diversos conflitos internos são acionados e é importante que o adolescente tenha apoio e acolhimento para que possa fazer as melhores escolhas e ter uma transição menos conturbada e conflituosa.

O que acontece, muitas vezes, é que os pais e adultos mais próximos não entendem muito bem esse momento e achando que aquela criança, agora já com carinha de adulto, já sabe muito bem resolver seus problemas, as deixam distantes e livres demais.

Nessa fase os pais devem ter condição de orientar e apoiar seus conflitos e participar ativamente de sua vida, mesmo que eles não queiram ou evitem, respeitando os limites é claro.

Falar desse tema agora é essencial, pois surgiu na mídia dois assuntos que tem assustado os pais e gerado diversas dúvidas, são o jogo Baleia Azul e a Série 13 Reasons Why.

O baleia azul é um jogo que incentiva o suicídio, onde o adolescente deve cumprir tarefas e a última delas é o ato de tirar a própria vida, documentar isso e enviar aos administradores do jogo. Já o seriado traz a discussão das razões que levam ao suicídio, porém profissionais da área se preocupam que esse seriado possa incentivar adolescentes a praticar o ato.

Como disse a transição pela adolescência causa sofrimento e aumenta o índice de suicídio, então antes mesmo de falar sobre os jogos temos que saber quais são as causas que levam a isso e dentro de nossos lares buscar a prevenção, o apoio e o diálogo.

Alguns sintomas de que algo não anda bem e você deve observar são: o isolamento social, abandono, exposição à violência intrafamiliar, história de abuso físico ou sexual, transtornos de humor e personalidade, doença mental, impulsividade, estresse, uso de álcool e outras drogas, presença de eventos estressores ao longo da vida, suporte social deficitário, sentimentos de solidão, desespero e incapacidade, suicídio de um membro da família, pobreza, decepção amorosa, homossexualismo, bullying, condições de saúde desfavoráveis, baixa autoestima, rendimento escolar deficiente e dificuldade de aprendizagem.

Seja você o principal adulto a influenciar a vida do seu filho, e mesmo que hoje ele reclame e ache que você pode estar sendo chato, sem dúvidas lá na frente ele o agradecerá imensamente. E não sabendo por onde começar conte com o apoio profissional nessa jornada. Você não está sozinho!

 
 
 
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